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segunda-feira, 25 de abril de 2011

O Castelo de Almourol


À época da Reconquista cristã da península Ibérica, quando esta região foi ocupada por forças portuguesas, Almourol foi conquistado em 1129 por D. Afonso Henriques. O soberano entregou-o aos cavaleiros da Ordem dos Templários, então encarregados do povoamento do território entre o rio Mondego e o Tejo, e da defesa da então capital de Portugal, Coimbra.
Nesta fase, o castelo foi reedificado, tendo adquirido linhas gerais, as suas actuais feições, características da arquitectura templária: espaços de planta quadrangular, muralhas elevadas, reforçadas por torres adoçadas, dominadas por uma torre de menagem. Uma placa epigráfica, colocada sobre o portão principal, dá conta que as suas obras foram concluídas em 1171,dois anos após a conclusão do Castelo de Tomar, edificado por determinação de Gualdim Pais, filho de Paio Ramires. As mesmas características arquitectónicas estão presentes também no Castelo de Idanha, no de Monsanto, no de Pombal, no de Tomar e no de Zêzere, seus contemporâneos.
Sob os cuidados da Ordem, constituído em sede de uma Comenda, o castelo tornou-se um ponto nevrálgico da zona do Tejo, controlando o comércio de azeite, trigo, carne de porco frutas e madeira entre as diferentes regiões do território e Lisboa. Acredita-se ainda que teria existido uma povoação associada ao castelo, em uma ou em ambas as margens do rio, uma vez que, em 1170,foi concedido foral aos seus moradores.Com o avanço da reconquista para o sul e a extinção da Ordem dos Templários em 1311 pelo papa Clemente V durante o reinado de D.Dinis.

Renato Moitas
5.º9.ª N.º19

A Grande Reportagem

Eu sou um jornalista do Diário do Renato, um grande jornal. Um dia chamaram-me para uma reportagem sobre o que aconteceu na tomada do Castelo de São Jorge, no século XII.
Eu comecei por escrever:
“Um dia, há muitos muitos anos, o primeiro Rei de Portugal, conhecido como Conquistador, atacou o Castelo de São Jorge o primeiro e único de Lisboa a Capital de Portugal.
Nessa altura, quem habitava o Castelo eram os Mouros.
D. Afonso Henriques estava numa guerra a que davam o nome de Reconquista Cristã. Ele já tinha conquistado muitas terras.
Quando D. Afonso Henriques chegou a Lisboa os Mouros começaram em batalha. Mas D. Afonso Henriques tinha uma grande ajuda dos Cruzados.
Apesar disso, os Mouros estavam em vantagem numérica mas o Conquistador não desistiu logo.
Então começou a batalha. Os Mouros atacaram mas D. Afonso I não deixou o seu povo ficar mal.
O nosso Rei acabou por ganhar a batalha e os portugueses ficaram todos felizes, D. Afonso Henriques acabou por conquistar mais uma terra.
Eles depois de terem ganho a batalha tiveram que construir um muro enorme para dividir dos Muçulmanos, que ainda tinham o Algarve em seu poder. A Reconquista Cristã ainda continuou.
Mas antes disso, D. Afonso Henriques ficou conhecido oficialmente como Rei de Portugal pelo Tratado de Zamora.”

Renato Moitas
5.º9.ª N.º 19

Uma Viagem ao Tempo dos Castelos

Gostei do livro porque gosto de história e principalmente desta época... Já tinha lido o livro no 4º ano mas já não me lembrava qual era. Mas quando cortaram o freio da língua ao miúdo da aldeia lembrei-me logo qual era o livro. Eu adoro esta história. Adoro este tipo de livros porque gosto de aventuras!

Bruno Brandão
5.º9.ª n.º4

quinta-feira, 14 de abril de 2011

BOAS FÉRIAS!








(Igreja de S. Pedro de Rates)
Aqui está mais um desafio!
Se aproveitares as tuas férias para passear pelo nosso país, envia-me fotografias dos monumentos que visitares.
Refere o século da sua construção e também quem o mandou construir.
Diverte-te!

segunda-feira, 28 de março de 2011

D. Afonso Henriques

D. Afonso Henriques
Foi um bom cavaleiro
E desde pequeno
Que era um bom espadeiro

Contra a sua mãe
Ele teve de lutar
Para independente
Ele poder ficar

Com Egas Moniz
Aprendeu a ser Rei
Para mais tarde
Conquistar Santarém

Em 1143
Um tratado ele assinou
E Rei de Portugal
Reconhecido ficou

Em 1146
Com D. Mafalda se foi casar
Tendo ao todo 7 filhos
Um deles Rei se foi tornar

D. Sancho I
Povoador se foi chamar
Pois muitas terras de Portugal
Ele foi povoar

Mariana Alves
5.º3.ª N.º 15

sexta-feira, 18 de março de 2011

D. Afonso Henriques


D. AFONSO HENRIQUES

Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vigília é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!

Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como bênção!

Mensagem
Fernando Pessoa

Este poema, sobre D. Afonso Henriques, é de um dos maiores poetas portugueses: Fernando Pessoa.
Mas vocês também são capazes de escrever um belo poema sobre este Rei.
Fico à espera de ser surpreendida pela vossa imaginação...
(escreve o teu poema nos comentários)

O Condado Portucalense


Como já te dissemos, os guerreiros visigodos começaram a reconquistar os territórios perdidos para os Muçulmanos em 711. Devagar, foram avançando de norte para sul. E assim, na Península Ibérica passou a haver duas zonas: a norte, estavam os cristãos e a sul estavam os muçulmanos. Claro que na zona cristã também viviam muçulmanos e na zona muçulmana também viviam cristãos. De um modo geral as duas comunidades toleravam-se.
Essa reconquista tinha avanços e recuos. E existiam mesmo épocas de convivência mais ou menos pacífica. Mas, lentamente, os cristãos lá iam avançando. À medida que os cristãos avançavam para sul, surgiam reinos cristãos independentes. Um desses reinos era o de Leão, no norte da actual Espanha.
Ora, à medida que os cristãos iam avançando surgia um problema: como poderiam os reis governar o território reconquistado? Na verdade, naquele tempo, não havia estradas, meios de transporte ou meios de comunicação como hoje. Os caminhos eram difíceis, perigosos e as viagens lentas. Por isso os reis, como o rei de Leão, por exemplo, serviam-se do auxílio dos nobres para administrar partes do seu reino. Davam uma terra a um nobre que devia administrá-la de acordo com a vontade do rei. Quando o nobre morria, a administração dessa terra passava, na maioria dos casos, para o seu filho mais velho.

IN História de Portugal Contada às Crianças,
Sérgio Luís Carvalho e António Salvador